LEISHMANIOSE VISCERAL

Perfil epidemiológico dos casos em humanos

Publicado
2020-07-22
Palavras-chave: Perfil de Saúde, Leishmaniose Visceral, Medicina Preventiva, Saúde Pública

    Autores

  • Tyanna Moraes

Resumo

Objetivou-se definir o Perfil Epidemiológico dos Pacientes Acometidos por Leishmaniose Visceral no município de Imperatriz, Maranhão, no período de janeiro de 2013 a dezembro de 2017. É uma pesquisa com caráter observacional, longitudinal, retrospectivo e descritivo, com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Ministério da Saúde, em que se obteve uma população de 103 casos. Os resultados demonstraram que a doença foi mais prevalente em indivíduos do sexo masculino, nas idades de 0 a 10 anos e de 19 a 59 anos, com baixo nível de escolaridade e localizados na periferia. Conclui-se Desse modo, acredita-se que conhecer estes dados possa contribuir com a sociedade acadêmica, com a saúde pública no município como forma de fomentar medidas preventivas.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

ALENCAR, A. Tipos de estudo e introdução à análise estatística. Disponível em: <https://www.ime.usp.br/~lane/home/MAE0317/AnaliseEstatisticaLane.pdf>. Acesso em: 07 jan. 2018.

ALVARENGA, D.G. et. al. Leishmaniose visceral: estudo retrospectivo de fatores associados à letalidade. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 43(2):194-197, mar-abr, 2010. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v43n2/17.pdf>. Acesso em 08 jan. 2018.

BASTOS, T. S. A. Aspectos gerais da leishmaniose visceral. Universidade Federal de Goiás. Escola de Veterinária e Zootecnia. Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal. Disponível em: <http://ppgca.evz.ufg.br/up/67/o/2%C2%BA_semin%C3%A1rio_-_LEISHMANIOSE_CORRIGIDO.pdf>. Acesso em 07 jan. 2018.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de vigilância e controle da leishmaniose visceral / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2014. 120 p.: il. color – (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Leishmaniose visceral: recomendações clínicas para redução da letalidade / Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. – Brasília : Ministério da Saúde, 2011. 78 p.: il. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Manual de Vigilância da Leishmaniose Tegumentar Americana / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância Epidemiológica. – 2. ed. – Brasília : Editora do Ministério da Saúde, 2007. 182 p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos).

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Manual de vigilância da leishmaniose tegumentar [recurso eletrônico] / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília : Ministério da Saúde, 2017. 189 p. : il.

BORGES, B.K.A. et al. Avaliação do nível de conhecimento e de atitudes preventivas da população sobre a leishmaniose visceral em Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 24(4):777-784, abr, 2008. Disponível em: < https://www.scielosp.org/pdf/csp/v24n4/07.pdf>. Acesso em: 06 jan. 2018.

CAVALCANTE, I.J.M. e VALE, M.R. Aspectos Epidemiológicos da Leishmaniose Visceral (calazar) no Ceará no período de 2007 a 2011. Revista Brasileira de Epidemiologia OUT-DEZ 2014; 17(4): 911-924. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rbepid/v17n4/pt_1415-790X-rbepid-17-04-00911.pdf>. Acesso em 08 mar. 2018.

EVANGELISTA, L.S.M e SIBAJEV, A. Perfil Epidemiológico da Leishmaniose Visceral no Estado de Roraima. Bol. Epidemiol. Paul. - BEPA 2012;9(102):30-35. Disponível em: < http://periodicos.ses.sp.bvs.br/pdf/bepa/v9n102/v9102a04.pdf>. Acesso em: 07 abr. 2018.

GÓES, M.A.O. et al. Série temporal da leishmaniose visceral em Aracaju, estado de Sergipe, Brasil (1999 a 2008): aspectos humanos e caninos. Revista Brasileira de Epidemiologia 2012; 15(2): 298-307. Disponível em: < https://www.scielosp.org/pdf/rbepid/2012.v15n2/298-307/pt>. Acesso em 06 jan. 2018.

GONTIJO, B. e CARVALHO, M.L.R. Leishmaniose Tegumentar Americana. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. 36(1):71-80, jan-fev, 2003. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v36n1/15310.pdf>. Acesso em 18 fev. 2018.

GONTIJO, C. M. F. e MELO, M.N. Leishmaniose Visceral no Brasil: quadro atual, desafios e perspectivas. Revista Brasileira de Epidemiologia. Vol. 7, Nº 3, 2004. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rbepid/v7n3/11.pdf>. Acesso em: 05 jan. 2018.

LIMA, M.B. e BATISTA, E.A.R. Epidemiologia da Leishmaniose Visceral

Humana em Fortaleza-CE. Revista Brasileira de Segurança Pública – RBSP. 2009; 22 (1) : 16-23. Disponível em: < http://periodicos.unifor.br/RBPS/article/view/361/2244>. Acesso em 08 mar. 2018.

MARTINS, G.A.S. e LIMA, M.D. Leishmaniose: do diagnóstico ao tratamento. Enciclopédia Biosfera, Centro Científico Conhecer - Goiânia, v.9, N.16; p. 2556-2569, 2013. Disponível em: < http://www.conhecer.org.br/enciclop/2013a/miltidisciplinar/leishmaniose.pdf>. Acesso em 17 jan. 2018.

MURBACK, N.D.N. et. al. Leishmaniose tegumentar americana: estudo clínico, epidemiológico e laboratorial realizado no Hospital Universitário de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil. An Bras Dermatol. 2011;86(1):55-63. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/abd/v86n1/v86n1a07.pdf>. Acesso em 25 jan. 2018.

PASTORINO, A. C. et al. Visceral leishmaniasis: clinical and laboratorial aspects. Jornal de Pediatria - Vol. 78, Nº2, 2002. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/jped/v78n2/v78n2a10.pdf>. Acesso em: 07 jan. 2018.

SILVA, A.R. et. al. Situação epidemiológica da leishmaniose visceral, na Ilha de São Luís, Estado do Maranhão. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 41(4):358-364, jul-ago, 2008. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v41n4/a07v41n4.pdf>. Acesso em: 02 abr. 2018.

SOUZA, M.A. et. al. Leishmaniose Visceral Humana: do diagnóstico ao tratamento. Disponível em: < http://www.facene.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Leishmaniose-visceral-humana_com-corre-%E2%94%9C%C2%BA%E2%94%9C%C3%81es-dos-autores_25.10.12-PRONTO.pdf>. Acesso em 15 fev. 2018.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS. Leischimaniose visceral. Disponível em:<https://site.medicina.ufmg.br/observaped/wp-ontent/uploads/sites/37/2015/06/Leishmaniose-visceral.docx-para-o-site.pdf>. Acesso em: 06 jan. 2018.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPO GRANDE. Leischimaniose visceral. Disponível em: <http://www.cstr.ufcg.edu.br/grad_med_vet/mono2010_1/mono_gilzane.pdf> Acesso em: 07 jan. 2018.

URSINE, R.L. et. al. Aspectos epidemiológicos da Leishmaniose Visceral humana e canina em municípios pertencentes à Superintendência Regional de Saúde de Diamantina, Minas Gerais, Brasil (2007-2012). ISSN 1982-8829 Tempus, actas de saúde colet, Brasília, 10(1), 179-193, mar, 2016. Disponível em: < http://tempus.unb.br/index.php/tempus/article/view/1716/1583>. Acesso em: 08 abr. 2018.

Como Citar
MORAES, T. LEISHMANIOSE VISCERAL: Perfil epidemiológico dos casos em humanos. Revista Master - Ensino, Pesquisa e Extensão, v. 4, n. 7, p. 7-12, 22 jul. 2020.