A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA DOCUMENTAÇÃO PSICOLÓGICA: CLAREZA E ORGANIZAÇÃO NA COMUNICAÇÃO CLÍNICA

Área temática: Tecnologia e Saúde

Autores/as

  • Lemuel Souza Silva
  • Vitor Carneiro Fonseca
  • Sabrina Souza Ribeiro Barreto
  • Natália Rodrigues Teixeira
  • Maria Eduarda Borges Martins
  • Maria Eduarda Oliveira Miranda
  • Juliano Marques

DOI:

https://doi.org/10.47224/revistamaster.v10i20.787

Palabras clave:

Inteligência Artificial; Psicologia; Comunicação clínica; Ética; Documentos psicológicos.

Resumen

A aplicação das tecnologias de Inteligência Artificial (IA) no âmbito da Psicologia
tem se tornado cada vez mais reconhecida, especialmente na elaboração de documentos
clínicos, como laudos, relatórios e prontuários (CFP, 2019; AMARAL; SOUZA, 2023). O
presente estudo, que adota uma perspectiva qualitativa e exploratória, recorreu a uma revisão
da literatura existente para investigar as vantagens, dificuldades e dilemas éticos associados
ao uso da IA na comunicação clínica. Os resultados demonstraram que a IA contribui para a
consistência, clareza e agilidade na documentação, além de auxiliar na identificação de
padrões comportamentais relevantes (ZARIFIAN, 2020; TOPOL, 2019). Entretanto,
preocupações quanto à privacidade, à confiabilidade dos dados e ao respeito pela autonomia
profissional emergem como limitações significativas, necessitando de regulamentação ética
adequada (FLORES; CASTRO, 2022). Ao final, observou-se que, quando empregada de
forma ética, a IA tem o potencial de atuar como uma aliada na prática psicológica, otimizando
processos e elevando a qualidade da comunicação profissional (AMARAL; SOUZA, 2023;
TOPOL, 2019).

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Citas

AMARAL, A. C. S.; SOUZA, J. R. Aplicações da inteligência artificial na prática clínica: contribuições e limitações. Psicologia: Teoria e Prática, São Paulo, v. 25, n. 3, 2023. Disponível em: https://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/ptp. Acesso em: 16 abr. 2025.

CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA – CFP. Resolução CFP nº 06, de 29 de maio de 2019: regulamenta a elaboração de documentos escritos produzidos pelo(a) psicólogo(a) no exercício profissional. Brasília, DF: CFP, 2019. Disponível em: https://site.cfp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/RESOLU%C3%87%C3%83O-CFP-N%C2%BA-06-DE-29-DE-MAIO-DE-2019.pdf.

Acesso em: 16 abr. 2025.FLORES, M. V.; CASTRO, M. H. A ética no uso da inteligência artificial na saúde mental: desafios para a Psicologia. Psicologia em Foco, v. 12, n. 1, 2022. Disponível em: https://revistapsicologiaemfoco.org. Acesso em: 16 abr. 2025.

TOPOL, E. Deep medicine: how artificial intelligence can make healthcare human again. New York: Basic Books, 2019.

ZARIFIAN, P. O trabalho e a inteligência artificial: a nova questão das competências. São Paulo: Atlas, 2020.

Publicado

2026-08-26

Cómo citar

SOUZA SILVA, Lemuel; CARNEIRO FONSECA, Vitor; SOUZA RIBEIRO BARRETO, Sabrina; RODRIGUES TEIXEIRA, Natália; BORGES MARTINS, Maria Eduarda; OLIVEIRA MIRANDA, Maria Eduarda; MARQUES, Juliano. A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA DOCUMENTAÇÃO PSICOLÓGICA: CLAREZA E ORGANIZAÇÃO NA COMUNICAÇÃO CLÍNICA: Área temática: Tecnologia e Saúde. Revista Master - Ensino, Pesquisa e Extensão, [S. l.], v. 11, n. 21, 2026. DOI: 10.47224/revistamaster.v10i20.787. Disponível em: https://revistamaster.imepac.edu.br/RM/article/view/787. Acesso em: 4 sep. 2026.